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Dor nas costas - VEJA.com

Fonte: Veja.com Cerca de 80% da população mundial teve ou terá dores nas costas em algum período de sua vida. Evelin Goldenberg, doutora em reumatologia pela Universidade Federal de São Paulo e reumatologista do Hospital Israelita Albert Einstein, explica quais são as principais causas das dores, fala sobre os cuidados com postura e os melhores modos para evitar o problema. Assista aos vídeos Especialista tira dúvidas sobre dor nas costas - Saúde - Notícia - VEJA.com

Dor de cabeça e enxaqueca - VIDEOS

Dor de cabeça O neurologista Mario Peres, professor do curso de pós-graduação de neurologia e neurociências da Escola Paulista de Medicina e autor do livro Dor de Cabeça – O que ela quer com você?, responde às perguntas dos leitores sobre dor de cabeça, enxaqueca. Peres ainda fala como se prevenir e quais os melhores tratamentos para as temidas enxaquecas. Para saber mais clique: Especialista tira dúvida sobre dor de cabeça e enxaqueca - Saúde - Notícia - VEJA.com ou entre em contato

medo, medo, ... o que fazer? ? => Não ter medo de começar.

O medo pode anestesiar uma pessoa, mas anestesia tirando a iniciativa e não necessariamente a dor. Pessoas com dores crônicas as vezes relatam medos, medo de sair de casa, medo de ter uma crise forte fora de casa, medo de se mexer! ... Este medo surge da vulnerabilidade que temos frente a dor, "as vezes parece que é a dor quem (nos) domina" No tratamento da dor o medo deve ser avaliado e considerado, pois ele pode representar um grande obstáculo durante o tratamento. O Hospital Israelita Albert Einstein escreveu uma reportagem sobre o tema, destacando a importância do tratamento multidisciplinar nos casos de medo, pânico.... e isto também é válido para casos associados a dor persistente. Existem evidências de que pessoas ansiosas demais, controladoras e com personalidade rígida são mais vulneráveis às crises. Para o tratamento programas multidisciplinares que envolvem psicoterapia e medicamentos. Veja a reportagem no site do Hospital Israelita Albert Einstein .

Dor & Ciclos da vida

Complementando o post anterior sobre "Ciclos viciosos de dor" Há também alguns tipos de dores característicos a cada etapa da vida. Achei esta reportagem da Folha de São Paulo, publicada em fevereiro de 2002. Breve e interessante.

Fibromialgia: novos critérios para diagnóstico

A primeira versão de critérios para identificar a fibromialgia foi publicada pelo Colégio Americano de Reumatologia em 1990. Estes foram fundamentais para o reconhecimento e aceitação clínica da síndrome.  Os critérios da ACR/1990 exigiam que a pessoa tivesse ao menos 11 dos 18 tender points (pontos de sensibilidade) dolorosos à palpação e que relatasse dor difusa persistente. Em 2010, 20 anos depois, estes critérios são atualizados pelo mesmo grupo de pesquisadores do Colégio Americano de Reumatologia. Estima-se que 25% dos pacientes com fibromialgia não se enquadravam nos critérios de 1990, sobretudo no quesito: tender points. O novo critério diagnóstico da fibromialgia inclui:  Índice de dor difusa e uma escala de severidade de sintomas cognitivos, distúrbios do sono, fadiga e outros sintomas somáticos.  Para ter o diagnóstico é necessário a combinação destes índices define a presença ou não da fibromialgia.

Curso na Educa a Dor - Dia 2

Depois de outras 10horas de teoria e muita discussão, nossa equipe ganha coesão. Todos com uma visão humana da saúde, com abordagem individualizada (mesmo para tratamenos em grupo) e visão biopsicossocial da saúde (e do problema da dor crônica). Tratamento com foco no objetivo do cliente, modulação das expectativa, construção de uma relação de confiança com um plano de tratamento participativo rumo ao sucesso da intervensão. Sucesso na percepção de auto-eficácia de cada pessoa que vive com dor persistente.   Fotinho da equipe na manhã de sábado - segundo dia do curso  (faltou o Jamir!) Durante a tarde,  um papo muito filosófico, regado por discussão de terminologia, psicologia, ... no mundo das idéias (como diria nossa Psicóloga Fabiana).  A sala do pilates nos ajudou a descontrair e deixar as idéias fluirem.

Curso na Educa a Dor - Dia 1

Primeiro dia de curso, equipe nova, motivada, em busca de conhecimento e coesão! Foram dez horas com muita discussão, aprendizado e um ambiente descontraído com enriquecido pelas trocas de experiência. Abordamos a neufisiologia da dor, projetos da clínica,...  muitos temas interessantes com muito autoconhecimento. Discussão descontraída durante a tarde: Juliana, Jaqueline, Geovana , Fabiana, Herickson Pose para a fotógrafa oficial, Fisioterapeuta Alessandra! Na foto: Fabiana, Herickson, Geovana, Lays, Juliana e Jaqueline Hora do cafezinho, Herickson assume a câmera!   Mais 10horas de Teoria nos aguardam! Vamos seguindo em frente, avançando lentamente, modulando nossas expectativas, mantendo uma postura ASSOCIATIVA & nosso BOM HUMOR!

Curso na Educa a Dor

Para "calibrar" a equipe Educa a Dor e garantir sempre qualidade de nossos serviços estaremos realizando um curso intensivo nos próximos dias. Tema: Abordagem e Tratamento Interdisciplinar do paciente com Dor Crônica - Méthode Interactionnelle . Este curso fornece estratégias aos profissionais da saúde para atuar na educação do paciente com dor crônica . Durante as 20horas teóricas, ministradas pela fisioterapeuta Dra. Juliana Barcellos de Souza, Ph.D nossa equipe discutirá assuntos que auxiliam na conquista da autonomia e auto-eficácia da pessoa que sofre com dores persistentes. O curso será concluído após as 15 horas práticas que incluem avaliação e atendimento de um paciente, discussão do caso em equipe, todas as etapas sempre baseadas no modelo biopsicossocial da dor. Equipe em formação: Herickson Bussolo, Lays Guimarães, Fabiana de Souza,  Geovna Regis, Alessandra Bertinatto e Jaqueline K. Silva

Liga sem dor - evento em Curitiba (PR)

www.ligasemdor.com.br 

Gilberto Dimenstein - dor crônica e formação dos profissionias da saúde

20/10/2010 - 08h21 Ignorância dói Sempre tento mostrar aqui os vários custos da ignorância, reflexo de nosso precário sistema educacional. Um deles dói. Literalmente. Muita gente sofre desnecessariamente apenas porque não conhece as doenças que provocam dores crônicas e não sabe como se tratar --e, pior, nem muitos médicos estão devidamente preparados para tratar esses pacientes com dores permanentes nas articulações, cabeça ou coluna. É o que mostra uma experiência de internet, feita com a ajuda do departamento de telemedicina da USP, que tenta explicar didaticamente as dores crônicas (o detalhamento está no www.catracalivre.com.br ) além de mostrar uma série de locais em que as pessoas podem se tratar gratuitamente --inclusive com psicanalistas. Por falta de informação sobre essas doenças, pacientes retardam o tratamento e, muitas vezes, acabam ficando depressivas, ansiosas, com sérios distúrbios mentais. Nem os médicos saberiam entender direito esses pacientes, complican...